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domingo, 2 de maio de 2010

Ação Didático-Pedagógica

O educador é aquele que provoca o educando, provocando a sua desinstalação, que supõe uma redução. Abandono do ``bem-estar´´ do mundo das sombras (ignorância), para a realidade. Todo esse processo educativo poderá ser doloroso, pois exige esforço, provoca mudanças, e a experiência humana mostra que se abrir à novidade do contexto, por vezes é uma tarefa fácil. (SERGIO ROBERTO AZEVEDO JUNQUEIRA)

Planejar é um exercício que adquire, de acordo com o objeto ou a atividade a que se aplique, diferentes peculiaridades. Na prática docente há uma grande dificuldade em se entender a necessidade de um planejamento, mais ainda, em torna-lo real. Vários são os motivos que contribuem para que o planejamento seja assim, tão rejeitado. O mais evidente é a dimensão autoritária que traz consigo, tendo em vista que, em geral, é elaborado por ``autoridades competentes´´ para realidades diferentes.
Sacristán (1998, contra-capa) salienta que: Sem compreender o que se faz, a prática pedagógica é uma reprodução de hábitos e pressupostos dados, ou respostas que os professores dão a demandas ou ordens externas. Conhecer a realidade herdada, discutir os pressupostos de qualquer proposta e suas possíveis conseqüências é uma condição da prática docente ética e profissionalmente responsável.

O centro de uma atividade em uma escola é o conhecimento. Discutir sua atividade, problematiza-la, rever sua constituição é a melhor maneira de fazer com que os alunos construam seu próprio conhecimento. Esse deve ser o principal objetivo das escolas.
Construir uma nova relação com o conhecimento é verificar que a informação não é conhecimento. Informação é MATÉRIA-PRIMA, e só se torna conhecimento quando transformada pelo sujeito cognoscente, quando faz sentido para este se relacionar com os outros conhecimentos já adquiridos , construídos e incorporados.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

PLANEJAMENTO 2º BIMESTRE

Neste mês de abril finalizamos o trabalho deste 1º Bimestre.
Foram muitas as descobertas e conquistas e neste momento paramos para analisar o trabalho realizado e visualizar os objetivos alcançados.
Temos o costume de avaliar nossos alunos; o que aprenderam, o que sabiam e sabem agora no término da primeira etapa de estudos e construção do aprendizado.Porém, acredito ser de extrema importância a auto-avaliação; momento este em que o professor, reflete sua prática, seus esforços e suas angústias com o objetivo de tornar o caminho mais acessível para o trilhar rumo ao saber.
As conquistas devem ser valorizadas e cultivadas. Uso o verbo cultivar para estas experiências não se tornarem estáticas, repetitivas, monótonas, logo ultrapassada e sem valor. Uso o verbo, pois este vislumbra ação, vida e energia, que lembram renovação e inovação, trazendo resultados surpreendentes para o aprendizado.
Os fracassos, se assim podemos caracterizar, devem ser identificados e assumidos, pois de nada adianta culpar terceiros e isentar-se de nossa responsabilidade. Ao apontar possíveis falhas, devemos analisar, refletir e planejar novas ações que viabilizem o objetivo esperado para alcançarmos uma prática fundamentada na efetividade.
Neste campo, posso elencar os avanços de minha equipe escolar quanto a elaboração do semanário com divisão de atividades constantes na Proposta Pedagógica do nosso Município, voltada para o desenvolvimento dos Eixos Temáticos, o desenvolvimento diário do Brincar e semanal de Mediações de Leitura e a efetivação da rotina de atividades através de horários estabelecidos para cada dia da semana.
Em relação ao desenvolvimento de nossos alunos, devemos ponderar avaliações individuais e coletiva, para verificarmos os avanços e planejar ações que sensibilizem a todos para o processo educacional desenvolvido no âmbito escolar.
Desta forma, teremos metas a serem alcançadas no próximo bimestre e um plano estratégico para alcançá-las.